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sábado, 26 de maio de 2012

Cereja Pés


Propriedades
Diurético e anti-infecioso, antioxidante.

Sistema Urinário
Rins
Trata de infeções urinárias e cistites.

Sistema Digestivo
Fígado e cálculo biliar
Ajuda a tratar dos cálculos biliares, bom como o fígado.

Contribui também na ajuda do reumatismo.


Controlo do Peso
Funciona como diurético, e assim drenante e eliminador de toxinas. Sendo um bom chá diurético, pode também ser usado nos regimes de emagrecimento.

Curiosidade:
 À quem aproveita para fazer almofadas Fria (no congelador) para tratar de inchaços ou quente (não a ferver) para aliviar dores articulares ou musculares.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Barbas de Milho

Sistema Urinário
Rins:
Esta planta triplica pelo menos a emissão de urina, utiliza-se em casos de nefrites, cálculos renais, infecções dos rins pela sua acção anti-inflamatória, cistites, hidropsía e problemas de retenção de líquidos uma vez que é igualmente diurética.

Sistema Esquelético
Dores Reumáticas e artríticas:
Utiliza-se também para acalmar as dores reumáticas e artríticas pela presença de ácido salicílico.

Sistema Circulatório
Contêm vitamina K que junto con o resto dos seus componentes se torna um anti-hemorrágico, sendo um bom regulador do sistema circulatório.

Dicas
  • Terapias diuréticas (nefrites, cálculos renais, infecções dos rins, cistites, hidropsía, retenção de líquidos)
    • Fervem-se 30 a 40 gramas de ”barbas” por um litro de água. Pode-se tomar 3 chávenas ao dia.
  • Estimulante diurético 
    • Com os seguintes ingredientes: 1 colherzita de sabugueiro, 1 pisca de lúpulo, 1 colherada de barba de milho e 2 chávenas de água. Aquecer a água até que ferva, juntar todos os ingredientes e deixar ferver 3 minutos. Coar e beber.
  • Desinflamante 
    • Cozer 10 gramas de barbas de milho para um litro de água e tomar como se de água se tratasse durante todo o dia.
    • Nota: Juntando um pouco de cevada ou alfafa (luzerna) aumenta o seu poder curativo.

Precauções 
Tonificam as vias urinarias, mas ao ser um diurético muito activo, deve-se vigiar a pressão e o açúcar no sangue.
Em casos de prostatite aguda não se deve abusar do seu uso, pois uma grande emissão de urina também causa problemas no organismo como debilidade, caimbras e até vómitos.


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Sistema Urinário

O sistema urinário é composto pelas vias urinárias e pelos rins.


As vias urinárias compreendem os ureteres, a bexiga e a uretra. Os ureteres são tubos musculares que conduzem a urina dos rins à bexiga em jatos, através de contrações peristálticas. A bexiga, que pode reter até 600 ml de urina, é um órgão muscular, em forma de saco, que se expande à medida que a urina entra. A uretra é um tubo que se estende desde a bexiga ao meato urinário. Quando a bexiga está cheia, contrai-se, relaxando o esfíncter para o exterior, de modo que a urina sai. A urina é fabricada pelos rins, dois órgãos em forma de feijão, constituídos por três regiões distintas: uma camada exterior com aspeto granuloso - córtex; uma camada interna estriada radialmente - medula, que apresenta massas cónicas (as pirâmides de Malpighi); e uma cavidade para onde é enviada a urina - bacinete.


No córtex do rim existem mais de um milhão de pequenos tubos - nefrídios ou tubos uriníferos, aos quais está associada uma intensa rede de vasos sanguíneos. Cada tubo urinífero é constituído por:

  • cápsula de Bowman, que contém um aglomerado de capilares sanguíneos (o glomérulo de Malpighi - conjunto de capilares proveniente da arteríola aferente), chamando-se corpúsculo de Malpighi ao conjunto constituído por cápsula/glomérulo;
  • tubo contornado proximal, sinuoso e envolvido por uma densa rede de capilares;
  • ansa de Henle, em forma de U;
  • tubo contornado distal, sinuoso, envolvido por uma densa rede de capilares, que termina no tubo coletor.

A formação da urina requer o movimento de moléculas entre os capilares, formados a partir da arteríola eferente que sai da cápsula de Bowman, e o nefrídio. O sangue entra na arteríola aferente, passando daí ao glomérulo. Pequenas moléculas movem-se do glomérulo para o interior das finas paredes da cápsula de Bowman. Este é o processo de filtração, pois as moléculas maiores e outros elementos do sangue não passam. Assim, o sangue que entra no glomérulo está dividido em duas porções: os componentes filtráveis - água, resíduos, pequenos nutrientes, sais; e os componentes não filtráveis - proteínas e outros elementos. Os elementos filtráveis formam o filtrado glomerular que contém pequenas moléculas dissolvidas, numa concentração semelhante à do plasma. O filtrado fica no interior da cápsula de Bowman e os componentes não filtráveis deixam o glomérulo pela arteríola eferente. A composição do filtrado altera-se à medida que passa pelo restante tubo urinífero, pois dá-se a reabsorção de substâncias deste tubo para o sangue, uma vez que as células que revestem este tubo têm numerosas microvilosidades, o que aumenta a superfície de absorção. Há componentes que são reabsorvidos - água, nutrientes, sais essenciais -, mas também há componentes que não são reabsorvidos - alguma quantidade de água, resíduos, sais em excesso. A contrapor a esta reabsorção, há secreção de substâncias, dos capilares para o tubo urinífero, que vão fazer parte da urina - ácido úrico, creatinina, iões H+, amónia, resíduos de medicamentos, aditivos alimentares, entre outros. Depois, a urina passa ao tubo coletor, bacinete e uréter.